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Andando e Re-Plantando!!!!!

14 de abril de 2011

Vamos a replantar nossa quadra. Mais de 20 árvores cairam….. mas muitos braços estão dispostos a continuar andando e replantando.

Agora não é epoca de plantio porque a seca está por começar mas novembro vai ser nosso mes de replnatio. Até la precisamos de mudas, terra e muita boa mão de obra.

Neste domingo vamos fazer um tradicional cafe pra organizar o replantio. Os esperamos a todos.

Cafe Comunitario de paineras florecidas

13 de abril de 2010

Vamos desfrutar da sombra generosa das paineras florescidas o dia 21 de abril as 10 horas

Agora ambientalista. Gastal do IPHAN

11 de abril de 2010

http://www.oeco.com.br/convidados/64-colunistas-convidados/23757-utopia-pre-ambientalista-do-seculo-xx

Roriz NUNCA mais

19 de março de 2010

Roriz, o pai de todos
04/03/2010 20:22:48

Leandro Fortes

Graças a Joaquim Roriz, candidato ao governo do Distrito Federal pelo PSC, à rotina de escândalos políticos de Brasília, simbolizada pela prisão do governador José Roberto Arruda (ex-DEM), agregou-se o deboche. Desde o dia 23 de fevereiro, Roriz aparece em rápidas inserções do programa eleitoral do PSC, do qual é presidente de honra, para se demonstrar uma inusitada indignação com o esquema de corrupção montado por Arruda e aliados no DF. As falas, visivelmente editadas, tentam compensar a incapacidade de articulação narrativa de Roriz, mas o elemento ofensivo do discurso não está na forma, mas no conteúdo. Roriz, pai de todos os escândalos do DF, nos últimos 20 anos, se diz indignado com o que vê. E não se trata de uma piada.
“É tão vergonhoso, é tão escandaloso e eu fico numa indignação, eu fico numa vergonha meu Deus do céu, como pode chegar nisso aí?”, pergunta Roriz, aos céus. “Mas, por outro lado, eu vejo firmeza na Justiça. A Justiça vai punir, a Justiça vai fazer como ela está fazendo. Então eu fico, por um lado eu fico com profunda decepção, e, por outro, cheio de esperança que a Justiça cumpra seu dever”, ensina o probo ex-senador do PMDB que, ocasionalmente, renunciou para não ser cassado por corrupção.

Joaquim Roriz governou o Distrito Federal por quatro vezes e dedicou-se à construção física de currais eleitorais em forma de imensos e miseráveis assentamentos em torno da capital federal, aos quais se vinculou por meio de distribuição de lotes e por um discurso político populista e messiânico, deliberadamente repleto de erros de português e de citações religiosas. Ocorre que, em nome de Deus, Roriz já fez o diabo.

Contra o ex-governador há o registro de seis notícias crimes e cinco inquéritos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por improbidade administrativa, falsidade ideológica e crimes contra a fé pública, entre outros.

Em 2006, Joaquim Roriz, então no PMDB, decidiu se candidatar ao Senado Federal. Embora tivesse uma vice candidata a sua sucessão, Maria de Lourdes Abadia (PSDB), a quem já chamou de “vadia” em um comício, em 1994, Roriz apoiou o candidato do PFL, hoje DEM, José Roberto Arruda. Foi dessa simbiose, iniciada anos antes, quando Arruda foi secretário de Obras de Roriz, que nasceu o escândalo apelidado de “mensalão do DEM”. Qualquer outra tese sobre o tema é escapista. Não há nada de rigorosamente novo no escândalo de corrupção do DF que não tenha se originado das práticas dos governos Roriz.
Em 2006, Roriz foi flagrado em escutas telefônicas da Polícia Civil do DF quando negociava a partilha de um cheque de 2,2 milhões de reais com o então presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Tarcísio Franklin de Moura. A justificativa de Roriz para o flagrante adiantava o clima de deboche que viria. Segundo o ex-governador, o dinheiro era para pagar a compra de uma bezerra premiada do empresário Nenê Constantino, dono de uma empresa de transporte urbano do DF e da Gol Linhas Aéreas.

Depois da renúncia, a Polícia Civil do DF passou a trabalhar com a possibilidade de o dinheiro de Roriz ter sido oriundo de uma propina milionária por conta da mudança de destinação de um terreno que pertencia a um aliado, comprado por uma das empresas de Constantino. O suplente de Roriz e seu sucessor no Senado, Gim Argello (PTB), é apontado como intermediador do negócio.

A nova ofensiva política de Joaquim Roriz, baseada numa peça de marketing que afronta à inteligência do eleitor do DF, é uma aposta decisiva numa amnésia ainda a ser combinada, não se sabe a que preço, com a mídia local. Isso porque basta passar os olhos pelos nomes citados na Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, para perceber, de imediato, a ligação visceral entre as estrelas dos vídeos de corrupção explícita que derrubaram Arruda e os governos comandados por Joaquim Roriz.

A deputada Eurides Brito (PMDB), flagrada enquanto enchia uma bolsa de couro com maços de notas de cem reais, foi secretária de Educação e, depois, líder do governo Roriz. Cargo, aliás, que viria a desempenhar, também, no governo Arruda. Em texto escrito em um blog pessoal, na semana passada, ela acusou o ex-governador de ter ordenado a ela botar a mão na dinheirama. Seria, segunda a deputada, para garantir apoio a José Roberto Arruda, nas eleições de 2006. “Foi um dinheiro que o Roriz mandou eu receber”, afirma Eurides.

O deputado Júnior Brunelli, do PSC, era o parlamentar que organizava o apoio a Roriz entre as lideranças evangélicas do DF. Entre 2005 e 2006, foi presidente da Comissão de Constituição de Justiça da Câmara Legislativa, cargo-chave para as operações de Roriz no governo, sobretudo no que diz respeito a pareceres para liberação de créditos suplementares para empresas, segundo a Operação Caixa de Pandora, vinculadas ao esquema de corrupção do DEM. Brunelli, que renunciou ao mandato para não ser cassado, ficou famoso por comandar a famosa “oração da propina”, proferida em honra ao corruptor Durval Barbosa.

O deputado Leonardo Prudente (ex-DEM), ex-presidente da Câmara Legislativa, mais conhecido pela alcunha de “deputado da meia”, também presidiu a Comissão de Economia, Orçamento e Finanças da Casa, durante o governo Roriz. Também graças a ele, os créditos suplementares da Codeplan eram resolvidos em menos de 72 horas. Prudente também renunciou para não ser cassado.

Welligton Moraes, dito jornalista, coordenava o milionário setor de publicidade de Joaquim Roriz, mesma função que passou a ocupar no governo Arruda, cedido a título de gentileza de um aliado para outro. Por ora, Moraes está no presídio da Papuda, em Brasília, acusado de coordenar uma ação para subornar uma das testemunhas do esquema de corrupção do DF.

A simples perspectiva de que Joaquim Roriz possa ser eleito, novamente, governador do Distrito federal, deve ser encarada como sintoma de uma grave doença de caráter do eleitor do DF. Um fenômeno a ser discutido como questão prioritária de educação e de formação cultural, essa sim, a ser cuidadosamente pensada como intervenção federal. A posição de Roriz nas pesquisas revela, até aqui, uma inclinação corrupta dos eleitores do DF, inclusive da abastada classe média de Brasília (que nada tem a ver com a dura realidade das cidades-satélites).

Um pêndulo que oscila entre a ignorância e a má fé, sustentado por uma sinistra certeza de que, por aqui, ladrão não é quem rouba, mas só quem é pego roubando.

11 de janeiro 10 horas na CLDF

7 de janeiro de 2010

FORA A RRUDA E TODA A MAFIA DO GDF
Asegunda 11 de janeiro vamos voltar as ruas para evitar que a MAFIA VOLTE AO GOVERNO.
10 horas na CLDF.

CHEGA!!!!!… FORA MAFIA DO GDF

10 de dezembro de 2009

Hoje TODOS de BRANCO nas ruas do GDF. A gente já sentiu o autoritarismo do governo desta cidade e devemos juntarmos na defesa do legitimo direito de MANIFESTAÇÃO e PROTESTA.

QUEMOS PALAVRAS não CABALOS contra as pessoas. O debate é de princípios e idéias não de força.

PELO LEGITIMO DIREITO DE SE MANIFESTAR….HOJE TODOS NAS RUAS DE BRANCO

Um ano maravilhoso de LUTA

7 de dezembro de 2009

tem sido bom e pode ser melhor….algumas imagens de presente.

PARABéNS COLETIVO

7 de dezembro de 2009

O corte injusto e injustificado de nosso jardim de paineiras não fica impune. Hoje com menos de um ano de mobilização política em nossa Super Quadra Dupla 409/410 o Coletivo de Moradores conseguiu rearticular a prefeitura comunitária da 409 e mobilizar o 42,5% dos votos na eleição da quadra da 410 na eleição do dia 6 de dezembro.

Por agora é só o começo da luta, mas a gente está mobilizada e nunca mais aconteceram crimes como o sofrido por nossa comunidade em fevereiro deste ano. Nosso saldo positivo com toda a tragédia da área verde é ter acordado a nossa vida em comunidade e estar dispostos a lutar por ela. Isso é nosso ganho mais importante que não devemos deixar perder.

Parabéns gente.

Embaixo um pequeno resumo visual de nossa luta durante este maravilhoso ano.

PARAVENS PARA TODOS NOS.

Chapa 2

3 de dezembro de 2009

Chapa 2

Mobilização Comunitária JÁ!!!!!!

1 de dezembro de 2009

Nossa quadra 410 parece terra de ninguém. Todo dia tem um roubo ou similar em nossa quadra. Ninguém fala ninguém se conhece, ninguém sabe nada. Não da desse jeito.

A gente tem que acordar como comunidade e assumir o território como próprio.